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“Devemos enxergar não como obrigação legal, mas como responsabilidade social”

Kátia Mamédio é supervisora de RH da Vermont, empresa do ramo de callcenter e parceira do Caminhando. Com o aniversário da Lei de Cotas, Kátia destaca a importância da empresa tratar esta Lei como um projeto de responsabilidade social.

Como a empresa e seus funcionários vêm se adaptando a Lei de Cotas?
Estamos nos adaptando bem, com muito companheirismo e trabalho em grupo, sempre focando a conscientização. Hoje a Vermont tem dez trabalhadores com deficiência física e mental leve, que trabalham como operadores de telemarketing e como auxiliares de serviços administrativos.

Quando ocorreu a primeira contratação de uma pessoa com deficiência?
Ocorreu no ano de 2006, e desde então trabalhamos pelo bem-estar, capacitação e criação de condições para que a empresa atenda as necessidades especiais das pessoas com deficiência. O relacionamento delas com os demais funcionários da Vermont é excelente. Há respeito, e todos se auxiliam nas dificuldades encontradas em cada tarefa.

Como aconteceu o envolvimento da empresa com o Caminhando?
Em 2008, por pesquisa pela internet, encontrei o Caminhando. Entrei em contato para conhecê-los melhor. A partir de então criamos uma parceria maravilhosa.

Qual a importância para empresa se envolver em uma causa como esta?
As empresas precisam se adequar à Lei de Cotas. Devem enxergar a questão não como uma obrigação legal, mas como uma responsabilidade social. As próprias empresas vão perceber que se beneficiam com o processo, não apenas no que se refere a sua imagem institucional, mas efetivamente no retorno em produtividade e satisfação dos seus trabalhadores.
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